
Um provérbio vale por mil palavras. Será?
E qual a sua oportunidade e validade como instrumento de aprendizagem ou como e-modalidade artístico-pedagógica?
Não dês um peixe, ensina a pescar.
Mais vale um aluno contente, que um professor deprimente.
Parte do mais fácil e conhecido para o mais difícil e desconhecido.
Quem aprende mal, ensina pior.
Quem ensina sem brilho, não tem filho, só cadilho.
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